médica veterinária Cláudia Ramos

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AGRONEGÓCIO: A equipe técnica da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (ADAF) em Parintins alerta os criadores quanto ao prazo final para obrigatoriedade de comprar e vacinar nos animais que constam do cadastro da Agência de Defesa Agropecuária no município.

De acordo com a gerente da ADAF em Parintins, a médica veterinária Cláudia Ramos, os criadores têm até o dia 30 de abril para adquirir as vacinas nos postos autorizados. Caso percam o prazo receberão auto de infração do órgão fiscalizador.

“A gente pede para os produtores que não deixem para a última hora. Estamos apenas com 21% do rebanho notificado e vacinado, no universo de mais de 60 mi cabeças de gado. Compre sua vacina e leve o gado para aplica, uma vez que no dia 30 de abril caba a campanha e será interrompida a venda da vacina”, pontuou.

Cláudia Ramos informou que o produtor que perder o prazo e deixar de vacinar o gado vai ter que vir ao escritório, pegar a autorização e pegar uma taxa de infração.

A campanha começou no dia 15 de março em toda a região. A meta da ADAF é vacinar 60 mil animais contra febre aftosa, entre bovinos e bubalinos, atingindo 100% de cobertura em Parintins, de acordo com o Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa, que tem como estratégia principal a manutenção de zonas livres da doença.

Após o período de vacinação, o produtor tem um prazo até 15 de maio para apresentar na ADAF a notificação da vacina. “O produtor que não vacinar sofre as penalidades da lei, multa de R$40,00 por cabeça mais R$ 300,00 por propriedade”, informou. Cláudia explicou que o controle é feito por meio do cadastro dos animais.

O secretário de Pecuária, Agricultura e Abastecimento, Edy Albuquerque, considera de extrema importância a vacinação do rebanho e exalta a atuação da ADAF por ser uma grande parceira no fortalecimento do setor primário do município. Ele avalia que o impacto da febre aftosa prejudica os produtores, empresários e famílias rurais, tem relevância na questão social e econômica, já que no contexto de comércio, há uma implicação muito importante relacionada à imagem dos municípios e estados no mercado, quando ocorrem focos da doença.

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