ADS passa a atuar em mais de 30 municípios, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Econômico e Social

A partir de 2020, produtores rurais de 38 municípios do Amazonas passarão a contar com serviços de capacitação, consultoria, profissionalização e outras atividades a serem executadas pela Agência de Desenvolvimento Sustentável (ADS), por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Econômico e Social.

O projeto de apoio ao desenvolvimento do setor primário no Estado, realizado em parceria com a Agência Amazonense de Desenvolvimento Econômico e Social (Aades), visa potencializar de forma sustentável a economia local, através da interiorização das atividades e programas já desenvolvidos pela ADS, atendendo os pequenos produtores rurais, associações, cooperativas, extrativistas, piscicultores, agroindústrias e demais pessoas envolvidas no setor.

Inicialmente, o projeto irá atender os municípios de Borba, Manicoré, Novo Aripuanã, Humaitá, Apuí, Envira, Carauari, Eirunepé, Boca do Acre, Tapauá, Barcelos, Parintins, Maués, Boa Vista do Ramos, Tefé, Coari, Caapiranga, Uarini, Anamã, Maraã, Alvarães, Codajás, Japurá, Santo Antônio do Içá, Atalaia do Norte, São Paulo de Olivença, Benjamim Constant, Novo Airão, Manaquiri, Autazes, Itacoatiara, Presidente Figueiredo, Rio Preto da Eva, Careiro da Várzea, Iranduba, Careiro Castanho, Manacapuru e Manaus.

O plano de trabalho busca atender aproximadamente 15 mil ribeirinhos, com a realização de cursos, palestras e consultorias. “Os municípios foram escolhidos levando em consideração alguns critérios, como municípios com potenciais grandes não explorados, seguido por questões de defasagem de pessoas e do potencial produtivo”, disse Johnny Ramos, supervisor do projeto.

Os serviços serão prestados por visitas “in loco” para averiguar possíveis irregularidades ou fatores exponenciais para o desenvolvimento da comercialização no interior e na capital. O projeto também levará aos ribeirinhos rodada de negócios e eventos técnicos de acordo com a necessidade que for identificada em cada região.

“Os produtores serão treinados em questão de empreendedorismo, informação de custo, preços e negociação, para que, além de produzir, eles tenham competências técnicas para poder ganhar dinheiro com a produção. É um trabalho complementar do Sistema Sepror, onde no primeiro momento se foca na produção como um mecanismo de promoção social”, explicou Johnny. Daiana Lopes e Breno Penha também participam da implementação do projeto.

Conteúdo – Os beneficiários do projeto serão capacitados, por meio de parcerias institucionais, com atividades abrangendo os seguintes temas: capacitações técnicas (manejo, produtividade, manuseio, acondicionamento de produtos, legislação e outras), gestão de negócios, gestão financeira, qualidade, planejamento, atendimento ao cliente, marketing, negociação (vendas/compras), logística, entre outros assuntos, visando a formalização dos produtores rurais, agregando valor aos produtos e abrindo mercado para novos negócios.

Geração de emprego – Para o desenvolvimento desta ação cerca de 46 novos empregos foram gerados. Entre os novos servidores estão engenheiros agrônomos, engenheiros florestais, médicos veterinários, nutricionistas e outros profissionais ligados ao setor. Os novos profissionais ficarão responsáveis pelas visitas técnicas aos produtores, associações e cooperativas, levando metodologia e informações técnicas, garantindo a profissionalização dos beneficiários.

FOTO: Divulgação/ADS

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