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Agosto Lilás: Policlínica Gilberto Mestrinho promove palestras informativas no mês de Combate à Violência Doméstica

Ação contou com o apoio da equipe do Centro Estadual de Referência e Apoio à Mulher

Agosto é o mês de alusão ao Combate à Violência Doméstica, e o setor de Serviço Social da Policlínica Governador Gilberto Mestrinho promoveu, nesta quinta-feira (19/08), palestras informativas voltadas às servidoras da unidade.

A assistente social da unidade, segundo-tenente Andrea Rejane Rodrigues, chama a atenção para o alto número de casos de feminicídios no país, motivo para reforçar o combate à violência doméstica.

“Em tempos difíceis para as mulheres no Brasil, onde temos a lamentável posição de 5º lugar no ranking mundial em feminicídio, segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), precisamos falar, refletir, buscar meios efetivos de proteção, mas principalmente de tornar nosso convívio mais sociável, emocionalmente sadio e fraterno”, conta a assistente social.

Realizadas no auditório da Policlínica, as palestras contaram com a participação da equipe do Centro Estadual de Referência e Apoio à Mulher (Cream/Sejusc). As apresentações foram realizadas por profissionais do Direito, do Serviço Social e da Psicologia, que tiveram a missão de trabalhar o tema com o olhar voltado para as suas áreas de atuação.

“Eles apresentaram os serviços de proteção à mulher, tiraram dúvidas e contribuíram significativamente para o olhar das servidoras da saúde na Policlínica Gilberto Mestrinho frente a esse problema secular”, disse Andrea.

Inicialmente, o evento foi destinado ao público interno da unidade para que as servidoras conheçam o trabalho da Rede de Proteção à Mulher do Estado do Amazonas.

“Tivemos a missão de trabalhar a temática inicialmente para o público interno, para que possamos conhecer a Rede de Proteção à Mulher no Estado do Amazonas, o fluxo e os encaminhamentos eficientes. Como uma unidade de saúde, atendemos mulheres que já passaram ou conhecem alguma outra mulher que passa por violência, não apenas doméstica, mas psicológica, patrimonial, moral e sexual”, explicou a assistente social da Policlínica.

FOTO: Divulgação/SES-AM

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