Defesa Civil do Estado alerta autoridade eleitoral sobre impactos de possível seca no Amazonas em 2024


O secretário da Defesa Civil do Amazonas, coronel Francisco Máximo, entregou, nesta quinta-feira (22/02), ao presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (defesa-civil-do-estado-alerta-autoridade-eleitoral-sobre-impactos-de-possivel-seca-no-amazonas-em-2024), desembargador Jorge…

Defesa Civil Do Estado Alerta Autoridade Eleitoral Sobre Impactos De Possível Seca No Amazonas Em 2024
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O secretário da Defesa Civil do Amazonas, coronel Francisco Máximo, entregou, nesta quinta-feira (22/02), ao presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (defesa-civil-do-estado-alerta-autoridade-eleitoral-sobre-impactos-de-possivel-seca-no-amazonas-em-2024), desembargador Jorge Lins, o prognóstico da estiagem para o ano de 2024. Durante a reunião, foram apresentadas as informações sobre as previsões meteorológicas, níveis dos rios e possíveis impactos no estado.

A estiagem é um fenômeno recorrente no Amazonas, especialmente nos municípios do interior, e pode trazer consequências como a falta de água para consumo humano, isolamento de comunidades ribeirinhas, além de dificuldades na agricultura e pecuária.

Durante a conversa, coronel Máximo ressaltou a importância do compartilhamento de informações em relação à estiagem de forma antecipada, a fim de que se garanta o exercício do voto da população.

“A entrega do prognóstico da estiagem para o presidente do defesa-civil-do-estado-alerta-autoridade-eleitoral-sobre-impactos-de-possivel-seca-no-amazonas-em-2024 é uma medida importante para que se possa antecipar os possíveis impactos e se preparar de forma adequada para garantir a participação democrática dos cidadãos amazonenses nas eleições de 2024.”, destacou o secretário.

O presidente do defesa-civil-do-estado-alerta-autoridade-eleitoral-sobre-impactos-de-possivel-seca-no-amazonas-em-2024 se comprometeu em analisar os dados apresentados. “Nós iremos analisar criteriosamente o prognóstico apresentado pela Defesa Civil e elaborar um plano de ação conjunto.”, afirmou o desembargador.