Levar a urna eletrônica a todos os locais de votação do país exige uma operação que começa meses antes das eleições e considera as características de cada região. A Justiça Eleitoral utiliza estradas, rios e aeronaves para chegar a cidades, comunidades rurais, aldeias indígenas, comunidades quilombolas e áreas remotas.
A logística é dividida entre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os tribunais regionais eleitorais (TREs) e as zonas eleitorais. Cada instância é responsável por uma etapa, do armazenamento dos equipamentos à entrega nas seções eleitorais.
Atualmente, as urnas estão armazenadas em 1.100 locais em todo o país. No início do segundo semestre, começa a distribuição para estados e municípios, conforme o planejamento de cada tribunal regional.
Para as Eleições 2026, estão disponíveis 563.910 urnas eletrônicas. Desse total, 499.248 serão utilizadas na votação. Outras 64.662 ficam como urnas de contingência e reserva técnica, para substituir equipamentos em caso de necessidade.
“O processo logístico para a preparação das urnas eletrônicas começa no início do segundo semestre do ano eleitoral. A distribuição final das urnas é feita pelas zonas eleitorais”, explica Rafael Azevedo.
Transporte varia conforme a região
Em áreas urbanas, as urnas são transportadas por veículos, seguindo rotas planejadas. Em locais de difícil acesso, podem ser usados helicópteros, aviões e barcos.
Em alguns estados, as urnas são entregues aos presidentes de mesa, responsáveis pela guarda dos equipamentos e pela montagem das seções. Em outras localidades, equipes da Justiça Eleitoral fazem a entrega diretamente, seguindo roteiros que atendem vários locais de votação.
As seções eleitorais são montadas um dia antes da eleição. As urnas são posicionadas, preparadas e mantidas sob guarda até o início da votação.
Fonte: TSE




