MP identifica melhorias em unidade de endemias de comunidade rural de Humaitá


Após problemas identificados em fiscalização de 2025, o Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), por meio da Promotoria de Justiça de Humaitá,…

Nesta inspeção, foram constatadas melhorias na estrutura e no funcionamento da unidade de saúde, incluindo a substituição do forro e a regularização dos medicamentos
Divulgação/MPAM
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Após problemas identificados em fiscalização de 2025, o Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), por meio da Promotoria de Justiça de Humaitá, constatou melhorias no Posto de Endemias da Comunidade de Cristolândia, na zona rural do município. Os ajustes foram identificados durante vistoria realizada nesta sexta-feira (02/10).

Nesta inspeção, foram constatadas melhorias na estrutura e no funcionamento da unidade de saúde, incluindo a substituição do forro e a regularização dos medicamentos.

A vistoria foi realizada no âmbito da Notícia de Fato nº 163.2026.000004, instaurada para acompanhar as irregularidades anteriormente identificadas e as providências informadas pela Secretaria Municipal de Saúde do município.

Na fiscalização realizada em 2025, foram encontrados medicamentos com prazo de validade vencido, além de problemas na estrutura física do local.

Responsável pelo procedimento, o promotor de Justiça Sylvio Henrique Lorena Duque Estrada explicou que a vistoria teve como objetivo verificar presencialmente se as irregularidades apontadas anteriormente haviam sido solucionadas.

“Verificamos que o forro foi substituído, que os medicamentos examinados estavam dentro do prazo de validade e que a unidade está limpa e conta, hoje, com impressora e internet”, pontuou o promotor.

De acordo com a Promotoria, permanecem pendentes apenas providências administrativas já em andamento, como a instalação de uma nova placa de identificação e a contratação de um profissional para serviços de limpeza. Diante das medidas adotadas, o procedimento foi considerado concluído.

“Se surgirem novas notícias de irregularidade, o Ministério Público pode voltar a atuar, porque a comunidade de Cristolândia depende dessa unidade tanto para o controle da malária quanto para o atendimento médico”, concluiu.

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Texto: Sabrina Azevedo

Fonte: MPAM