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Parceria: Mãe e filha compartilham paixão pelo SUS

A alegria de trabalhar com o mesmo propósito é compartilhada pela farmacêutica Aída Cristina Tapajós, de 57 anos, e pela enfermeira Raquel Tapajós, de 35 anos. Há 17 anos, mãe e filha dividem a paixão e a missão de servir ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Aída, diretora do Hospital e Pronto-Socorro (HPS) Platão Araújo, é mãe de três filhos, Débora, Miguel e Raquel, e disse que com a primogênita Raquel, que coordena o programa Saúde Amazonas da Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), aprendeu a ser mãe.

“Fui mãe muito nova e virei uma águia sobre meus filhos. Ela (Raquel) me ensinou a ser mãe. Ela é a primogênita. É minha parceira com quem compartilhei a maternidade, pois sempre me ajudou com a Débora que chegou dois anos e meio depois do nascimento de Raquel”, disse.

Antes de ingressar na saúde, Raquel acompanhava a mãe na trajetória profissional, o que contribuiu para despertar o interesse pela área. No início da jornada profissional da filha, as duas não contavam sobre o laço familiar. No SUS, elas sempre caminharam em rumos distintos.

“Minha mãe fazia questão que eu fosse a Raquel e não a filha da Aída. Fiz o meu nome. Conquistei o meu espaço. Ela sempre me incentivou a isso. Fui me encontrando dentro daquilo que a minha mãe fazia que era trabalhar na gestão. Achava muito legal e via que as ações que ela desempenha ajudavam muitas pessoas. Minha mãe sempre foi um exemplo de pessoa e de profissional pela sua perseverança e organização”, afirmou a enfermeira.

Dedicada aos filhos, Aída comentou do orgulho que sente da filha e disse que vê a primogênita como professora e parceira para todos os momentos.

“A palavra que tenho em meu coração é gratidão. Sempre me dediquei ao máximo para garantir o melhor para ela e sinto muito orgulho, pois desde a época da faculdade, ela sempre esteve bem próxima de mim. Minha filha é a minha professora e tenho orgulho em vê-la atuando na saúde assim como eu, exercendo sua função com comprometimento e garra. Somos apaixonadas pelo SUS”, declarou.

Raquel Tapajós contou que a mãe sempre a incentivou em todas as ações e projetos pessoais e profissionais, sobretudo a exercer o trabalho da melhor maneira possível.

“Hoje somos muito mais parceiras. Criamos uma relação de cumplicidade. Minha mãe me orienta até hoje e também faço esse papel. Me sinto na obrigação de ser tão boa quanto a minha mãe ou melhor. Além de ter esse estímulo, o mais importante é ter a retaguarda dela, o apoio e ouvir ela dizer que se eu me dedicar, eu posso fazer tudo”, finalizou a coordenadora do Saúde Amazonas.

FOTO: Rodrigo Santos/SES-AM.

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