Sedecti trata sobre viabilidade de Projeto de Resíduos Sólidos em municípios do Amazonas

Reunião tratou de uso de tecnologia que faz processamento em altas temperaturas

Um Projeto de Resíduos Sólidos está em discussão para atender municípios no interior do Amazonas, utilizando uma tecnologia que faz o processamento em altas temperaturas. Na última quinta-feira (24/06), uma reunião tratou da viabilização do projeto e contou com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti), por meio da Secretaria Executiva de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

A gerente de Comércio Exterior do Departamento de Atração de Investimento e Comércio Exterior (Daice), da Sedec, Natalia Sagaydo, explicou que a reunião foi importante para discutir as potencialidades de utilização da tecnologia apresentada, chamada de pirólise, e poder aplicá-la no interior do Estado, em especial nas localidades com população de até 20 mil habitantes.

“Sabemos que há uma grande necessidade de alternativas à destinação de resíduos sólidos no Estado. Por isso, estamos buscando soluções que estejam de acordo com a legislação, que possam proporcionar uma melhoria na qualidade de vida da população e dar uma solução ambientalmente correta”, explicou.

A reunião contou com a participação de representantes da empresa K Tecnologia Ambiental, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) e do Daice.

Programação – Após os debates, ficou acertado que a K Tecnologia Ambiental irá apresentar um projeto de instalação de usinas ao Comitê Estadual de Resíduos Sólidos.

A apresentação está agendada para a data de 20 de julho. O conselho conta também com a participação de órgãos e instituições estaduais e municipais.

Também ficou acertado um pedido de reunião com o Banco Mundial, uma vez que o mesmo já teria sinalizado interesse em financiar projetos voltados para a gestão de resíduos sólidos no Amazonas.

O projeto de Resíduos Sólidos está em fase de construção, com tratativas junto aos órgãos estaduais e municipais. As reuniões ocorrem para o alinhamento e, também, para tratar de possibilidades do projeto e adequá-lo às leis ambientais vigentes.

FOTO: Divulgação/Sedecti