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Equipes da CIF fiscalizaram bares e estabelecimentos para verificar a presença de menores de idade nos locais inapropriados

Na madrugada deste domingo (30/06), a Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas) participou de uma Central Integrada de Fiscalização (CIF), com o objetivo de combater a exploração, abuso sexual e trabalho infantil durante o 57º Festival de Parintins.

A ação foi coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), em conjunto com o Conselho Tutelar parintinense, além da participação da Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), das Polícias Militar (PMAM) e Civil (PC-AM), do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM), do Juizado da Infância e Juventude Infracional (JiJi) da Comarca de Parintins, e do Ministério Público do Amazonas (MPE).

Além dos órgãos de Segurança Pública, a CIF contou com a integração das equipes da Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), Juizado da Infância e Juventude Infracional (JiJi) da Comarca de Parintins, do Ministério Público do Amazonas (MPE), da Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas) e do Conselho Tutelar parintinense.

Pelas ruas de Parintins, as equipes fiscalizaram bares e estabelecimentos para verificar a presença de menores de idade nos locais inapropriados. Ao todo, sete técnicos da secretaria participaram da ação.

De acordo com Alcimira Albuquerque, coordenadora da equipe da Seas em Parintins, ações de fiscalização são essenciais para resguardar e garantir os direitos das crianças e adolescentes.

“Participamos hoje desta CIF, que tem o objetivo de encaminhar, direcionar e orientar crianças e adolescentes que estão nos paredões, nas ruas, bares e estabelecimentos de Parintins, tendo em vista a questão da vulnerabilidade social dos mesmos. A Seas atua em conjunto à rede de proteção estadual e demais órgãos, orientando e fazendo direcionamentos”, destacou.

As equipes da Seas atuam em Parintins com o intuito alertar o público que participa do festival sobre o combate à exploração e abuso sexual de crianças e adolescentes na região, além do trabalho infantil. As ações incluem abordagens sociais e orientações sobre os riscos que crianças e adolescentes sofrem em locais de grande movimentação.