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A suspensão da venda de ingressos para o festival “Sou Manaus – Passo a Paço” pelo conselheiro do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM), Josué Cláudio, levanta preocupações sobre os possíveis prejuízos que essa decisão pode causar ao evento. Embora a medida tenha sido tomada com base em alegações de falta de transparência na contratação da empresa responsável pela organização, é importante considerar os impactos negativos que essa suspensão pode ter para a cultura e o turismo local.

A representação impetrada pelo vereador Willian Alemão apontou possíveis irregularidades na chamada pública para cota de patrocínio, falta de transparência nos gastos e questionou a legalidade do contrato firmado. No entanto, é necessário ressaltar que a suspensão da venda de ingressos pode comprometer não apenas a realização do evento, mas também a economia local e os profissionais envolvidos.

Eventos como o “Sou Manaus – Passo a Paço” são importantes para promover a cultura e o entretenimento da população, além de impulsionar o turismo na região. A suspensão desses eventos pode afetar diretamente setores como a hotelaria, a gastronomia e o comércio local, que dependem do fluxo de visitantes gerado por essas ocasiões.

Além disso, a suspensão da venda de ingressos pode prejudicar os artistas e profissionais envolvidos na organização do evento, que contam com essa fonte de renda para sustentar suas carreiras e garantir seu sustento. Músicos, técnicos de som, produtores e outros profissionais do ramo podem ser afetados negativamente pela suspensão, o que pode gerar um impacto significativo em suas vidas e na economia local.

É compreensível que o TCE busque garantir a transparência e a legalidade dos gastos públicos, mas é necessário encontrar um equilíbrio entre esses objetivos e o desenvolvimento econômico da região. Medidas mais flexíveis, como a exigência de prestação de contas detalhada e a fiscalização rigorosa dos gastos, poderiam ser adotadas ao invés da suspensão completa do evento.

É importante que as partes envolvidas apresentem defesa e esclareçam as questões levantadas, para que seja possível encontrar uma solução que concilie a transparência e a legalidade com a realização do evento. A adoção de medidas mais cautelosas e a busca por alternativas que não prejudiquem o setor e os profissionais envolvidos são essenciais para garantir o desenvolvimento cultural e econômico da região.

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