Defensoria participa de evento que simula julgamentos de personagens históricos e fictícios


Júri Épico acontece, em Manaus, até este sábado (19/09), no Teatro Manauara Simulação de um Tribunal do Júri no contexto amazônico, com Matinta Pereira…

Defensoria participa de evento que simula julgamentos de personagens históricos e fictícios
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Júri Épico acontece, em Manaus, até este sábado (19/09), no Teatro Manauara

Simulação de um Tribunal do Júri no contexto amazônico, com Matinta Pereira como ré. Esse é o cenário da 13ª edição nacional do Júri Épico, projeto que reúne grandes nomes do Direito para ressignificar a prática jurídica por meio de experiências artísticas com personagens históricos e fictícios.

O evento teve a abertura oficial das atividades realizada nesta sexta-feira (18/09), com a presença da Defensoria Pública do Amazonas (DPAM) em um ciclo de palestras, e encerra neste sábado (19/09), com a simulação do julgamento da lenda amazônica Matinta Pereira.

A expectativa é reunir 800 pessoas, entre estudantes universitários e público em geral, nos dois dias de evento no Teatro Manauara, localizado na Avenida Mário Ypiranga, número 1300. É a segunda vez que o projeto retorna à capital amazonense. Em setembro de 2025, a primeira edição trouxe o julgamento do boto-cor-de-rosa, no Teatro Amazonas.

O defensor público Daniel Bettanin apresentou a atuação e o papel da instituição, que oferece, de forma integral e gratuita, assistência e orientação jurídica às pessoas em situação de vulnerabilidade na capital e no interior.

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A atuação em territórios indígenas, com ações de atendimento, a assistência à população em situação de rua e casos emblemáticos que marcaram a atuação da Defensoria estiveram entre os conteúdos apresentados pelo defensor público.

“É um momento muito importante e pedagógico para trazer um pouco dos conteúdos da justiça criminal, do acesso a direitos e do Tribunal do Júri para as pessoas presentes no evento. Diante disso, conseguimos trazer um pouco do que é a Defensoria Pública e os principais projetos que desenvolvemos para garantir o acesso efetivo à Justiça para a população amazonense”, destacou.

Experiência imersiva para o público

À frente da coordenação do Júri Épico, Wagner Araújo, que é advogado e produtor de eventos acadêmicos e culturais, destacou que o Amazonas é o único estado a receber o projeto duas vezes, o que, segundo ele, representa o sucesso da primeira edição.

“Quando nós falamos do Amazonas, falamos de todo um imaginário em relação à floresta. Estamos reunindo aqui, mais uma vez, o Direito com a arte e a cultura, trazendo os maiores criminalistas do Brasil. O evento foi um sucesso ano passado e decidimos voltar para ampliar essa experiência. Ter a Defensoria Pública aqui, enquanto promotora da dignidade da pessoa humana, nos honra muito”, ressaltou.
Entre os estudantes presentes, Felipe Libório, aluno do 10º período, comemorou o retorno do projeto ao Amazonas.

“Eu acredito que a palestra foi muito boa para agregar conhecimento, especialmente porque estou me formando no curso de Direito. Acho que a experiência foi proveitosa para as outras pessoas também, porque puderam conhecer mais sobre a Defensoria Pública e o que ela faz”, pontuou.

Texto e fotos: Camila Andrade

Fonte: DefAM