Diretoria do Garantido descarta possibilidade de leilão e anuncia pagamento de trabalhadores do bumbá

Boi Garantido anuncia pagamento de trabalhadores e descarta possibilidade de leilão

O Boi Garantido por meio do presidente Fábio Cardoso e vice Messias Albuquerque anunciou que realizará pagamento de seus Trabalhadores em Galpão e descartaram a possibilidade do Bumbá perder algum Patrimônio. Os pagamentos beneficiarão 300 trabalhadores dos setores: Galpão de Alegorias, Imprensa, Administrativo, Limpeza (Molejo), Artistas de Ponta, Tribal, Elétrica, Garantido Show, Batucada, Comando, Eventos e Itens.

Fábio Cardoso que está em Manaus viabilizando recursos destaca que o Garantido tem trabalhado com seriedade para manter seus compromissos. A mostra clara é a quitação de parte do contrato de seus colaboradores que iniciará neste sábado, dia 28.

Messias Albuquerque reitera que a prioridade desta gestão é o pagamento de seus trabalhadores e fornecedores por entender que o Boi é uma importante mola propulsora da economia de Parintins.

Leilão

Referente à informação publicada na manhã desta sexta-feira, de que um dos patrimônios do Boi Garantido pode ir a leilão, a diretoria descarta a possibilidade, pois fará todo o possível para que nenhum bem do Bumba seja perdido. Os primeiros contatos com a credora senhora Rainez Rocha já foram iniciados visando renegociação da dívida, iniciada na gestão do ex-presidente Antônio Andrade há mais de 15 anos atrás.

A diretoria jurídica do Boi Garantido informa a sócios e torcedores o processo em questão iniciou, em Julho de 2006, pelo empréstimo de um cheque de R$15 mil, não pago pela gestão do Boi à época, gerando prejuízos à credora que procurou a Justiça. O débito atualizado chega a R$ 309 mil. O presidente Fábio Cardoso disse que entende a situação da credora e afirma que está pleiteando junto a Justiça uma audiência de conciliação e execução para que justamente o leilão seja retirado de pauta.

O Boi Garantido, por meio de sua diretoria, lamenta que irresponsabilidades possam atingir a imagem da Associação Folclórica que representa a maior expressão artística e cultural do Amazonas. Lembra, ainda, que desde 2015, nenhum Patrimônio fora perdido e que desde então inúmeras pendências judiciais foram sanadas. Entre as quais o processo da ex-cunhã-poranga Jaqueline Marques que se arrastava desde 1994 e já se aproximava de R$ 4 milhões.

Texto e foto: Assessoria de Imprensa do Boi Garantido

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