Segunda fase da Operação Última Chamada amplia fiscalização do comércio de celulares irregulares


Ação reúne órgãos federais e forças de segurança para identificar aparelhos de origem irregular e coibir práticas ilegais na cadeia de comercialização

Segunda fase da Operação Última Chamada amplia fiscalização do comércio de celulares irregulares
Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
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O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), realiza a 2ª fase da Operação Última Chamada. Com caráter permanente, está é uma ação integrada voltada ao enfrentamento das irregularidades relacionadas à comercialização de aparelhos celulares.

Nesta segunda edição, o foco da operação está na fiscalização de estabelecimentos comerciais que vendem celulares de forma irregular, incluindo aparelhos relacionados a crimes e produtos que apresentam irregularidades de origem ou problemas junto à Receita Federal, Receita Estadual e Procon. A iniciativa busca ampliar o controle sobre a cadeia de comercialização e combater práticas ilegais que alimentam esse mercado.

Coordenada pelo MJSP, a Operação Última Chamada promove a integração entre órgãos federais e forças de segurança para fortalecer a fiscalização, interromper a cadeia de comercialização irregular e ampliar a segurança da população na compra e utilização de aparelhos celulares.

A operação dá continuidade ao trabalho da primeira edição, realizada em agosto, que teve como foco a recuperação de celulares roubados ou furtados e o enfrentamento da cadeia de receptação e comercialização ilegal.

A Receita Federal atua na operação na fiscalização dos estabelecimentos e informa que, como costuma acontecer nestas situações, além da prática de receptação e revenda de celulares roubados, os estabelecimentos também se dedicam a outras práticas criminosas, como a venda de produtos que entraram irregularmente no País, tais como dispositivos clandestinos de transmissão de canais fechados (TV box) e aparelhos celulares que não foram regularmente importados.

Fonte: Agência Gov